Un blog coma outro calquera, pero máis meu

Entrevista da Folha com Alex Turner

Folha: Como está seu cabelo hoje? Ainda penteia no estilo rockabilly, com topete?

Alex Turner: Sim, é o meu estilo, por enquanto. Mas neste exato momento não está 100%, sabe? Acabei de tomar banho, está meio bagunçado.

Folha: Você se preocupa com seu visual no palco? Tem roupas exclusivas para usar no show?

Alex Turner: Não, de jeito nenhum. Posso até fazer um show com a roupa que vesti pela manhã. São as roupas do meu dia a dia. Às vezes troco a camiseta se estiver fedendo. Mas o cabelo é importante. Não ligava antes, mas de um tempo para cá entrei nessa de cuidar do cabelo.

Folha: O Arctic Monkeys já tocou no Lollapalooza de Chicago e agora será atração principal na edição brasileira. Você e Perry Farrell, organizador do evento, são amigos?

Alex Turner: Bem, não. Acho a banda dele, Jane’s Addiction, muito legal. Vamos tocar depois dela. Mas não temos contato pessoal. Só por empresários.

Folha: Há grandes diferenças entre um show regular da sua banda e um em um grande festival?

Alex Turner: Nossa! É bem diferente. Fico confiante quando o público diante de mim veio para me ver, porque conhece meu trabalho. No festival, sei lá do que o cara gosta, não sei se sabe meu nome. Dá um certo medo. Mais ainda no Brasil.

Folha: Você já tocou aqui, no Tim Festival de 2007.

Alex Turner: Mas essa maldita ansiedade em festivais é a mesma.

Folha: O repertório do show muda muito em um festival?

Alex Turner: Completamente. Muda tudo. Quase sempre nós precisamos reduzir o show, mas não é o caso em São Paulo, porque vamos encerrar a noite. Mas mudamos o set list. Só vamos tocar hits. Nada de coisas obscuras para uma plateia heterogênea. Eu não quero ninguém bocejando.

Folha: O sucesso da banda foi muito rápido. O que mudou desde os shows que você faziam há seis anos?

Alex Turner: Está muito mais divertido, sabe? Muita gente gosta de ver nossos shows, somos uma banda de sucesso. Com isso, você relaxa, sobe lá e toca. Excursionar é só diversão.

Folha: Aos 26 anos, você está rico e famoso. A vida é uma festa?

Alex Turner: Não diria isso, mas é mais divertida do que a vida da maioria das pessoas, acho.

Folha: Como você reage quando a crítica musical britânica diz que você e seu amigo Miles Kane são Lennon e McCartney deste século?

Alex Turner: Fico contente, mas esses caras são uns malucos, completamente insanos. Mas, sabe, pensando bem, se alguém precisa ser os Beatles de hoje, que seja a gente.

"Hoy por hoy existen dos superpotencias en el mundo, una es Estados Unidos, la otra, eres tu."

- Saramago. (via demasiadarealidad)

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O disco mola, pero o mellor son a portada e o título.

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Este era o logo orixinal presentado por Luis Peret para Madrid 2020. Si, destrozáronllo.

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De cuando Arctic Monkeys conquistaron el Palacio

Hoxe cúmprense seis anos do meu disco favorito. E o venres véxoos en Madrid.

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The Bright, onte.

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"Lo más curioso es que sea justo aquí, donde tenemos dos palabras distintas para lo “free” y que no hay que andar con lo de “Free as free speech not as free beer” sea donde se confunde más lo libre con lo gratis."

- Collino prestado dun comentario deste artigo.

A miña cidade favorita

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